Medos e fobias em cães e gatos
Medo não é “frescura”. É um estado real de alerta — e quando ele fica grande demais, o animal começa a evitar, congelar, fugir, tremer, vocalizar, destruir ou até reagir com agressividade. Medos comuns incluem barulhos (fogos/trovão), visitas, rua, manipulação, caixa de transporte, carro e veterinário.
• Sinais que merecem atenção
Orelhas para trás, cauda baixa, pupila dilatada, tremores, salivação, esconder, recusar comida, tentar fugir, rosna/ameaça, hiperalerta, dificuldade de dormir.
• O que mantém o medo
Exposição intensa sem preparo (“vai acostumar na marra”), falta de controle do ambiente, rotinas imprevisíveis, tentativas de “corrigir” com bronca, e experiências repetidas de susto.
• O objetivo do tratamento
Não é “coragem forçada”. É segurança construída: reduzir gatilhos, criar previsibilidade, aumentar sensação de controle e ensinar respostas alternativas.
• Como eu ajudo (domicílio e online)
A gente mapeia gatilhos, intensidade e momentos críticos. Você recebe um plano de manejo do dia a dia + passos graduais de adaptação. Em domicílio, ajusto o ambiente real; online, organizo sua rotina e o plano por etapas.
Perguntas comuns
• “Ele nasce medroso?” Pode haver predisposição, mas ambiente e rotina pesam muito.
• “Expor de uma vez resolve?” Geralmente piora.
• “Tem cura?” Muitos casos melhoram muito com plano certo e constância.
Agendamento
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